revistafilantropia 460px

 

 
 
Thais Mendes Iannarelli

Thais Mendes Iannarelli

Quinta, 08 Dezembro 2016 20:13

FIFE 2017: programação já está no ar

Embora o evento só seja realizado entre os dias 4 e 7 de abril do próximo ano, em Foz do Iguaçu (PR), a organização já colocou à disposição do público a programação do FIFE 2017, que pode ser acessada aqui.

Entre os temas tratados destaque para Convênios com Governo Federal: O que muda no dia a dia das ONGs com a Lei 13.019 (Marco Regulatório); Marketing Digital: Construção de autoridade e fidelização de colaboradores através da criação de conteúdo qualificado; Captação de Recursos: Captação com pessoa jurídica: com pensa o investidor?; Criança e adolescente: Posicionamento da ONG perante conselhos municipais.

O site do FIFE 2017 é www.institutofilantropia.org.br/fife.

Fonte: Rede Filantropia

O governo de Minas Gerais lançou no dia 5 de dezembro, em Belo Horizonte, uma rede para mobilizar pessoas de todo o estado a praticarem ações voluntárias, exatamente na data em que as Nações Unidas celebram o Dia Internacional do Voluntariado. A iniciativa é fruto de uma parceria com o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) no Brasil.

Neste ano, o programa da ONU celebra o dia mundial com a campanha #GlobalApplause – Viva os Voluntários. O objetivo é reconhecer o papel desses indivíduos na construção de sociedades inclusivas, democráticas e sustentáveis. Durante a data, o UNV incentiva pessoas de todo mundo a celebrarem e aplaudirem o trabalho dos voluntários nas mídias sociais.

A Rede de Voluntários de Minas Gerais é fruto de uma parceria entre o UNV no Brasil, a Secretaria de Direitos Humanos de Minas Gerais, a Secretaria de Participação Social e Cidadania, o Tribunal de Justiça do estado (TJMG), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Serviço Voluntário de Assistência Social e a Secretaria do Planejamento (SEPLAG). Durante a cerimônia foram apresentados os responsáveis pelo Comitê Gestor da Rede.

Fonte: ONU

Quinta, 08 Dezembro 2016 18:20

Great Place to Work lança ranking para OSCs

A consultoria lançará no dia 15 de dezembro, às 9 horas, o “Ranking GPTW para Organizações do Terceiro Setor no Brasil”, durante um café da manhã na sede do GPTW Brasil (Rua Francisco Leitão, 72, Pinheiros, São Paulo). O GPTW irá reconhecer os institutos, fundações e demais organizações da sociedade civil que promovem mudanças positivas na sociedade, além de cuidarem com excelência de seus colaboradores por meio do prêmio Melhores Organizações do Terceiro Setor. Isso, celebrando o esforço em promover as transformações socioambientais nas suas diversas frentes de atuação.

O objetivo desta ação vai além da premiação das organizações que olham para a sociedade e cuidam do seu público interno. O novo ranking visa promover maior visibilidade e discussão acerca do papel das organizações no desenvolvimento social. O evento de lançamento do ranking, no qual todas as informações sobre a nova premiação serão divulgadas, é aberto ao público e tem vagas limitadas. Por isso, é necessário realizar a inscrição antecipadamente.

Inscrições pordem cser feitas pelo telefone (11) 3093-7777, ramal 7820.

Fontes: GPTW e Gife

O Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis) lançou, em português, o livro "Filantropização via Privatização", do professor Lester Salamon. A entidade foi a precursora ao defender o processo de filantropização no país e, em 2014, trouxe o autor ao Brasil para participar do “III Fórum Brasileiro de Filantropos e Investidores Sociais”, quanto debateu o tema com a comunidade filantrópica.

O livro pode ser baixado gratuitamente no endereço http://idis.org.br/filantropizacao-via-privatizacao

O Idis, em parceria com o PLKC Advogados, promove um café da manhã para convidados, no dia 13 de dezembro, para discutir o tema do livro: como transformar recursos de privatização, concessão e repatriação em fontes inesgotáveis de transformação social.

Fonte: Idis

As pré-inscrições para as organizações da sociedade civil interessadas em participar da 4ª Pesquisa de Remuneração Total Gife, realizada a cada dois anos, já estão abertas e terão desconto para quem se registrar até o dia 9 de dezembro.

O levantamento é pago e apresenta análise exclusiva de salários, benefícios, programas de remuneração em organizações, entre outros dados. Na pesquisa divulgada em 2015, observou-se que as organizações participantes, em sua maioria, são de origem empresarial (56%), com orçamento até R$ 10 milhões (37%) e entre R$ 11 e 20 milhões (25%), e apresentam estruturas enxutas, de até dez funcionários (37%) e entre 11 e 20 funcionários (25%).

Na edição de 2017, os participantes poderão se comparar com as mais de 50 mil empresas do setor privado existentes na base de dados da consultoria Wiabiliza, selecionada para conduzir o trabalho. Com 30 anos de experiência em gestão de pessoas e outras especialidades, a consultoria providenciará aos participantes, suporte na coleta de dados e realizará o matching de cargos individualizado.

O planejamento da pesquisa tem sido feito de forma participativa, com um grupo de trabalho formado por organizações associadas que participaram de edições anteriores. Ele é composto por oito associados, sendo eles Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Bunge, Instituto Arapyaú, Fundação Itaú Social, Fundação Itaú Cultural, Instituto Unibanco, Fundação Volkswagen e Instituto Alana.

Outra novidade da pesquisa em 2017 é a possibilidade de qualquer organização da sociedade civil poder participar do processo (independente de ser investidor social), além do acesso a relatórios de comparação com recortes da amostra e de análise da organização com o todo.

“Esta forma, que antes era opcional, permitirá que todos os participantes escolham mercados com perfis mais específicos, de acordo com sua necessidade. Isso possibilitou a ampliação da pesquisa para um universo maior de organizações, ainda que com perfis diferentes” destaca Marisa Ohashi, gerente de planejamento e operações do Gife.

O valor da inscrição varia de acordo com o número de empregados da organização e com o tipo de relatório solicitado. Mais informações aqui.

Fonte: Gife

Seis áreas prioritárias para transformar a educação na América Latina são analisadas no relatório “Construindo uma Educação de Qualidade: um pacto com o futuro da América Latina”, lançado pelo Instituto Ayrton Senna e Diálogo Interamericano. A partir da junção de indicadores que mostram os desafios para melhorar o ensino na região, o relatório aponta também iniciativas positivas para inspirar soluções e propõe uma agenda transformadora, que incentiva os países a construir pactos conjuntos com toda a sociedade.

O diagnóstico e as soluções têm seis eixos: educação infantil, excelência docente, avaliação de aprendizagens, novas tecnologias, competências socioemocionais e financiamento sustentável.

“Esse é um trabalho importante para países como o Brasil, pois temos grandes déficits de aprendizagem e a falta de equidade penaliza ainda mais os mais pobres; ao mesmo tempo, ainda precisamos olhar mais seriamente para o que o século 21 exige, ou seja, é um grande desafio”, afirmou Viviane Senna, que integra a Comissão para a Educação de Qualidade para Todos. “O relatório foi um trabalho feito a muitas mãos, e mostra que podemos avançar se tivermos ações coordenadas. Temos que somar esforços, pois todos podemos nos envolver nesta tarefa de garantir oportunidades reais para o desenvolvimento pleno dos estudantes”.

Os dados mostram uma porcentagem muito alta de alunos com nível de aprendizagem abaixo do mínimo esperado e desempenho nacionais inferiores aos demais países, até mesmo daqueles com renda menor do que os da região. Apesar deste contexto, há iniciativas positivas. O Brasil, por exemplo, é destacado pelo relatório como exemplar em ao menos dois eixos: avaliação de aprendizagens e estabelecimento de metas para o avanço na qualidade da educação por meio de um pacto social, como o Plano Nacional de Educação (PNE).

“As metas e avaliações são centrais para alinhar as expectativas de aprendizagem, e é importante garantir às comunidades educativas capacidade para utilizar os dados gerados em favor da educação”, defendeu o diretor-executivo da Comissão para a Educação de Qualidade para Todos, Ariel Fiszbein.

Fonte: IAS

A imunidade tributária para organizações sem fins lucrativos não é algo recente, mas muitas entidades desconhecem esse direito e pagam impostos que não deveriam. Para esclarecer o assunto, dois advogados especializados em Terceiro Setor lançaram no primeiro semestre deste ano um livro e um site. E este último passou a oferecer, recentemente, um espaço para diagnosticar o direito à imunidade de diferentes tipos de organizações.

O diagnóstico funciona assim: o gestor da ONG ou um profissional que atua no departamento jurídico dela responde a um questionário on-line e gratuito sobre os impostos e contribuições pagos pela entidade e, a partir disso, o site diz se a instituição está pagando impostos que não deveria. O site também explica o que é preciso para ter direito à imunidade tributária, de acordo com a Constituição Federal.

“Nosso objetivo é disseminar entre as organizações um direito que é delas, de forma a fortalecê-las para que possam desenvolver cada vez mais e de forma melhor suas atividades”, afirma Guilherme Reis, um dos advogados envolvidos na criação do projeto.

A outra advogada que assina o livro ‘Imunidade Tributária para o Terceiro Setor: compreendê-la e usá-la é um direito seu’ e participou da criação do site ‘Imunidade Tributária’ é Renata Lima. Ambos trabalham na Nelson Willians e Advogados Associados.

Fonte: Observatório do 3º Setor

De que forma as inovações trazidas pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil estão contribuindo para o fortalecimento da sociedade civil no Brasil? Quais são os principais gargalos do sistema de justiça que mereceriam maior atenção dos pesquisadores do direito? De que forma iniciativas como o monitoramento de decisões judiciais e legislativas pode gerar impacto real na sociedade? Qual o impacto da atividade empresarial na proteção dos direitos humanos? Como as novas tecnologias podem aproximar os jovens da política?

Perguntas como estas têm sido o foco de diversos estudos e pesquisas que foram compartilhados durante o evento “Pesquisa em Foco: Diálogos entre Academia e Sociedade”, realizado nos dias 29 e 30 de novembro, em São Paulo. A ação foi promovida pela Coordenadoria de Pesquisa Jurídica Aplicada (CPJA) da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito SP).

Durante dois dias, foram apresentadas as descobertas dos estudos que vem sendo desenvolvidos pela faculdade nos diversos campos do Direito e relacionados a grandes temáticas nacionais, como infraestrutura, licenciamento ambiental, Poder Judiciário, sociedade civil, parcerias público-privadas, transparência fiscal, direitos humanos, diversidade de gênero, sistema eleitoral, segurança pública e democracia digital. As pesquisas, de maneira geral, utilizam metodologia empírica e são interdisciplinares.

Além da apresentação das pesquisas (veja abaixo um resumo de cada uma delas), o evento promoveu a reflexão e o debate entre pesquisadores e representantes da sociedade civil e da iniciativa privada.

O primeiro dia teve como tema central: “Como a pesquisa jurídica aplicada pode impactar o Poder Judiciário e o sistema de justiça?”. Ele teve a participação de Alexandre Bertoldi, sócio do Pinheiro Neto Advogados; Augusto Tavares Rosa Marcacini, da OAB-SP; José Eduardo C. Queiroz, sócio do Mattos Filho Advogados; José Horácio Ribeiro, presidente do IASP; Leonardo Sica; presidente da AASP; Marcel Leonardi, diretor de políticas públicas do Google; Marcus Rodrigo de Senna, diretor Jurídico da CCR; Monica Guise Rosina, public policy do Facebook; e Roberto Parahyba A. Pinto, presidente da ABRAT.

Já no segundo dia de evento, o tema foi: “Como a pesquisa jurídica aplicada pode fortalecer a garantia dos direitos, a sustentabilidade e a democracia?”. O debate contou com a presença de Fernando Martinez Calia, Legal & Government Affairs South Cone da PepsiCo; Gisela Martinez, diretora de Public Affairs e Corporate da Edelman Significa; Henrique Petersen Paiva, gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil; Rubens Naves, sócio do Rubens Naves Advogados; e Mariana Levy, gerente de Advocacy do GIFE.

Conheça os principais temas das pesquisas em andamento.

Fonte: Gife

O Porvir, iniciativa de comunicação e mobilização social do Instituto Inspirare, lançou um guia temático sobre Educação Mão na Massa, uma das tendências que está transformando a escola. O material é um conteúdo especial produzido em parceria com o MundoMaker e o WE FAB e apresenta o conceito da educação “mão na massa”, que envolve os alunos em atividades práticas, promovendo o aprendizado a partir da experimentação e do fazer.

Para inspirar educadores, o especial oferece o quiz “O quanto você coloca a mão na massa?” e um vídeo de um Fab Lab em 360º. O material ainda traz ferramentas, podcasts com especialistas, pesquisas e textos de referências, infográficos para quem deseja trabalhar com essa tendência na escola. Mostrar também exemplos concretos de escolas que adotaram a metodologia “mão na massa”.

A pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção, realizada pelo Porvir em parceria com a Rede Conhecimento Social com mais de 132 mil jovens, mostrou que 36% deles acreditam que, para aprender mais, a escola dos sonhos deveria ter atividades práticas ou resolução de problemas.

Um dos exemplos retratado no guia é o do Colégio Nave Recife, que promove parte do aprendizado por meio da construção de vídeos, jogos e aplicativos. Tanto os educadores quanto os alunos relatam benefícios deste tipo de aprendizado. Os professores indicam que os estudantes se tornam mais motivados e os alunos conseguem desenvolver habilidades como colaboração, respeito, liderança e criatividade.

O Guia Mão na Massa é o quarto produzido pelo Porvir sobre as principais tendências em educação. Já foram elaborados materiais sobre Personalização do Ensino, Socioemocionais e Tecnologia na Educação.

O material está disponível para no site: http://porvir.org/especiais/maonamassa/

Fontes: Gife e Porvir

O Instituto Ethos promove no dia 7 de dezembro, das 8h30 às 18h30, o “Diálogos Ethos – Desafios contemporâneos: empresas, mobilidade urbana e direitos humanos”, que será dividido em duas etapas.

Pela manhã – discussão sobre mobilidade urbana, com apoio do parceiro Instituto Friedrich Naumann, que traz especialistas da Universidade Técnica de Berlim e da Associação de Empresas de Transporte Público da Alemanha para compartilhar suas experiências em mobilidade urbana.

No dia, teremos também as participações do Daniel Mangabeira, diretor de políticas públicas da UBER; Clarisse Cunha Linke, diretora-executiva do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP); Luanda Nera, coordenadora de comunicação da Rede Nossa São Paulo; e Ricardo Corrêa, sócio fundador da TC Urbes.

O objetivo dos diálogos e das apresentações é identificar as oportunidades e os desafios para a promoção de mobilidade sustentável nas cidades. Nesta ocasião será lançado o “ForumMobi”, uma iniciativa do Instituto Ethos em parceria com o Instituto Friedrich Naumann que foca na mobilidade urbana sustentável.

À tarde, os painéis de Direitos Humanos celebram a semana de aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com debates sobre equidade de gênero e raça, combate ao trabalho infantil e a diversidade nas empresas, os desafios e as oportunidades para empresas, governo e sociedade civil. Serão lançados: o “Guia Temático dos Indicadores Ethos – CEERT para Promoção da Equidade Racial” e a “Rede de Empresas pela Aprendizagem e Erradicação do Trabalho Infantil”,

À noite, o lançamento da Rede UNIETHOS, voltada para consultoria, com a missão de ajudar as empresas a desenvolver soluções que gerem valor para os negócios e para a sociedade, criando referências para os mercados, produzindo e disseminando conhecimentos inovadores.

Local: Centro Brasileiro Britânico, Rua Ferreira de Araújo, 741, Pinheiros. Inscrições gratuitas: www3.ethos.org.br.

Fonte : Ethos

Pagina 1 de 243