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Thais Mendes Iannarelli

Thais Mendes Iannarelli

Sexta, 22 Julho 2016 12:54

Projeto Jovem Senador tem novo site

Voltado para a educação política dos jovens brasileiros, o Projeto Jovem Senador está na sexta edição e a reformulação do site é uma iniciativa que visa melhorar a interação com seus usuários. Desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologia da Secretaria de Comunicação Social, o site do Jovem Senador foi projetado para agilizar a busca por conteúdos, promover um diálogo permanente com os públicos interessados no projeto, além de disponibilizar conteúdos de interesse de alunos e professores de forma mais didática e integrada.

A página agora privilegia a visualização e a interatividade. Um dos destaques é que o site passou a ser “responsivo”, ou seja, permite ao usuário visualizar todo o conteúdo a partir de plataformas móveis como celulares, tablets e outros dispositivos digitais. O site traz também ferramentas de interatividade com as principais redes sociais, aumentando a qualidade do compartilhamento das informações e agilizando a publicação. Novos mecanismos de busca foram inseridos para auxiliar na pesquisa, bem como recursos multimídia como imagens, vídeos, áudios e textos.

O novo site do Jovem Senador apresenta, ainda, várias novidades, entre elas a unificação dos perfis dos alunos e suas respectivas redações vencedoras, a galeria dos professores, uma central de vídeos e a linha do tempo com a evolução do projeto em dados multimídia.

Fonte: Senado

A cidade de São Paulo conta agora com uma lei própria sobre migração. Aprovada pela Câmara dos Vereadores ao final de junho e sancionada pelo prefeito Fernando Haddad em 7 de julho, durante o Fórum Mundial da Migração, a nova Política Municipal para a População Imigrante garante o acesso de todo estrangeiro imigrado aos serviços públicos da capital, bem como sua proteção contra xenofobia e racismo. A lei — discutida ao logo de três meses de tramitação e consultas à população local e estrangeira — também assegura a isonomia de tratamento dos imigrantes, incluindo refugiados, em relação aos brasileiros habitantes de São Paulo.

A nova legislação já está em vigor, mas sua regulamentação se dará de forma gradual, com base em diálogos com imigrantes e outros interessados. A diretiva exige das secretarias municipais a inclusão da questão da migração e do refúgio em suas agendas. As pastas deverão se coordenar para desenvolver iniciativas sobre o tema. Também fica prevista a criação do Conselho Municipal de Imigrantes no âmbito da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, com a maioria de seus membros composta por imigrantes eleitos de forma direta e aberta. Uma vez aprovado pelo Legislativo e sancionado pela Presidência da República, o texto final vai substituir o Estatuto do Estrangeiro, em vigor desde 1980.

Fonte: Denise Chrispim / ONU

Legislação é um dos destaques do FIFE 2017

 

O Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica - o FIFE - aborda muitos temas importantes para a gestão de uma organização. Falamos de marketing, comunicação, recursos humanos, voluntariado, administração, captação de recursos, contabilidade, entre outros assuntos relevantes para qualquer instituição.

Dentre eles, a LEGISLAÇÃO ganha destaque na programação. Em 2017, alguns dos assuntos que ganharão destaque serão:

- Marco Regulatório das OSCs (Lei 13.019/14)

- CEBAS

- SPED

- Imunidade tributária

- Lei Brasileira de Inclusão (LBI)

 

Garanta sua inscrição e faça parte do maior evento sobre gestão do Terceiro Setor no país! Mais informações em www.fife.org.br

 

Confira aqui como foi o FIFE 2016:
 

vídeoFIFE
 

 

www.fife.org.br

O KidsRights Index 2016, um índice global de direitos da criança, traz resultados pouco animadores em relação ao Brasil: o país foi o que despencou mais posições no último ano, considerando a região da América Latina. Foram 64 posições, passando do 43º para 107º lugar de 2015 para 2016. Entre os problemas constatados pelo Comitee on the Rights of the Child (CRC) (Comitê de Direitos da Criança), que avaliou o país no ano passado, estão: discriminação estrutural contra crianças indígenas e afrodescendentes, crianças com deficiência, lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais; e crianças vivendo na rua, em áreas rurais e remotas e em áreas urbanas marginalizadas, incluindo favelas.

O Comitê CRC também manifestou preocupação com o grande número de ameaças de morte, ataques físicos, desaparecimentos e mortes entre jornalistas e ativistas de direitos infantis e humanos. O índice é elaborado pela fundação internacional KidsRights, em parceria com a Erasmus University, e é divulgado anualmente.

Em 2016, o número total de países avaliados foi 163, sendo que as cinco primeiras posições ficaram para Noruega, Portugal, Islândia, Espanha e Suíça, respectivamente. A pesquisa é baseada em dados quantitativos publicados pela Unicef e dados qualitativos publicados pelo Comitê dos Direitos da Criança da ONU em Concluding Observations para todos os países legalmente associados à Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança.

Fonte: Observatório 3º Setor

A Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e a Danone Early Life Nutrition firmaram parceria com a Artemisia para selecionar empreendedores que atuam com negócios de impacto social focados na primeira infância (período que vai da gestação aos seis anos). A segunda edição do Artemisia Lab Primeira Infância tem por objetivo fomentar e apoiar negócios de impacto social voltados para um período na vida da criança que é considerado por especialistas como uma janela de oportunidade.

No total, 25 empreendedores serão selecionados e passarão por um programa de pré-aceleração de seis semanas, voltado a refinar o modelo de negócio e a potencializar o impacto social. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 22 de julho pelo site www.artemisia.org.br/lab.

Fonte: Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal

Mais de R$ 3,88 bilhões foram investidos no campo do investimento social corporativo no Brasil em 2014, aponta estudo realizado em parceria entre o Gife e a organização Comunitas. Se comparado à primeira pesquisa, de 2012, o valor representa um aumento de quase 20%, tendo em vista que os investimentos daquele ano foram de R$ 3,2 bilhões. Os dados são da sétima edição do Censo GIFE e da oitava edição do Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC). Para chegar aos resultados, as organizações juntam seus dados e trabalham com uma metodologia que evita, por exemplo, casos de duplicidade. A edição atual teve o maior índice de participação, com 113 respondentes das organizações associadas – o equivalente a 90% da base na época da pesquisa (junho e julho de 2015).

Ao apresentar as principais características e tendências na prática dos maiores investidores sociais privados do país, o Censo GIFE dá suporte ao planejamento e estruturação dos investidores e ao setor do investimento social e da sociedade civil como um todo. Já o BISC acompanha anualmente o investimento social corporativo no Brasil e teve 336 empresas representadas Entre as novidades deste Censo está o lançamento na segunda semana de agosto dos “Key Facts”, em parceria com a Foundation Center (EUA), com a produção de infográficos a respeito das principais descobertas da pesquisa. O material será publicado em português e inglês. Para debater os temas abordados no Key Facts, inclusive, será realizado um debate online, também em agosto (aguarde mais detalhes em breve).

Fonte: Gife

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, por meio do Departamento de Meio Ambiente, Energias Renováveis e Eficiência Energética, promove a 15ª edição do Prêmio von Martius de Sustentabilidade. Podem concorrer projetos já concluídos ou em andamento realizados por empresas, organizações não governamentais, indivíduos e instituições públicas que promovam o desenvolvimento econômico, social e cultural com respeito socioambiental. As inscrições podem ser feitas até o dia 12 de setembro pelo site.

As iniciativas poderão ser inscritas nas seguintes categorias: a. Humanidade (ex.: programas de educação ambiental e social; projetos de comunicação, divulgação e informação de caráter socioambiental ou cultural; projetos visando a adoção de valores sociais, culturais ou ambientais no âmbito do indivíduo ou da comunidade etc.); b. Tecnologia (ex.: desenvolvimento de sistemas, processos ou equipamentos de otimização ambiental; adoção e utilização de tecnologias sociais; técnicas ou tecnologias que visam a preservação dos recursos naturais etc.); c. Natureza (ex.: preservação da flora e da fauna; projetos de pesquisa científica original; projetos orientados para inserção no programa de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo).

Neste ano, o prêmio criou a nova categoria “Startup -Recursos Hídricos”, que busca startups com foco em soluções inovadoras para resolver problemas relacionados à água, como soluções ao tratamento de efluentes; captação eficiente de água; tecnologias de reuso; uso eficiente de água na agricultura; e redução do consumo de água em processos produtivos.

A entrega da premiação será feita na cidade de São Paulo, no dia 18 de outubro de 2016, durante o congresso Ecogerma. Mais informações no regulamento da premiação ou pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Fontes: Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e Gife

Estão abertas as inscrições para credenciamento de instituições no Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e no Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD). Podem se credenciar associações e fundações de direito privado, sem fins lucrativos, que realizam ações e serviços de atenção oncológica e de atenção às pessoas com deficiência. É preciso possuir Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas), ou Qualificação como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), ou Qualificação como Organizações Sociais (OS).

Os dois programas oferecem deduções fiscais no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas que fazem doações para as entidades cadastradas. O Pronon tem a finalidade de captar e canalizar recursos para a prevenção e o combate ao câncer, englobando a promoção da informação, a pesquisa, o rastreamento, o diagnóstico, o tratamento, os cuidados paliativos e a reabilitação referentes às neoplasias malignas e afecções correlatas. Já o Pronas tem como objetivo captar e canalizar recursos destinados a estimular e desenvolver a prevenção e a reabilitação da pessoa com deficiência (PCD), compreendendo a promoção, prevenção, diagnóstico precoce, tratamento, reabilitação e indicação e adaptação de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, em todo o ciclo de vida.

As inscrições devem ser feitas até o dia 31 de julho. A relação completa dos documentos exigidos para credenciamento no programa está no site do Ministério da Saúde, direto neste link.

Fonte: Gife

O Instituto Ethos, em cooperação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), realizou novo levantamento sobre o perfil do trabalhador brasileiro dentro das maiores empresas atuantes no país. O resultado desse trabalho é o estudo Perfil Social, Racial e de Gênero nas 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas, que confirma um quadro já conhecido desde a última pesquisa realizada pela entidade em 2010: a representatividade de mulheres e negros nas empresas não reflete a composição social do país. Menos de 5% dos cargos do alto escalão das 500 maiores empresas brasileiras é ocupado por negros. Mesmo em cargos mais baixos, a presença de negros no mercado de trabalho não reflete a representatividade desse grupo, que corresponde a 52,9% da população brasileira, segundo dados do último censo realizado pelo IBGE.

No quadro funcional, acima apenas de estagiários e trainees, a presença de negros é de 35,7%, contra 62,8% de brancos. Conforme a hierarquia dos cargos aumenta, a presença de negros diminui: entre os supervisores, os afrodescendentes são apenas 25,9%, e entre os gerentes o número cai para 6,3%. Quadro semelhante ocorre com as mulheres, que são 51,4% da população, mas que ainda encontram barreiras para se verem representadas nas hierarquias mais altas das empresas. No quadro funcional, elas são apenas 35,5%, no grupo dos gerentes a presença dela cai para 31,3% e despenca para 13,6% nos altos quadros executivos. Estas são as principais conclusões do estudo, que avaliou também a presença de pessoas com deficiências físicas e maiores de 45 anos, bem como mapeou o índice de escolaridade dos empregados brasileiros. Além disso, foi pesquisada a existência de ações afirmativas para aumentar o número de integrantes de diversos grupos vulneráveis.

O levantamento apontou que a maior parte das grandes companhias presentes no Brasil não tem ações afirmativas para incentivar a presença de mulheres e negros em seus quadros. Quando tem, são em maior parcela ações pontuais, e não políticas com metas e iniciativas planejadas. Em contrapartida, expressivas parcelas dos principais gestores percebem como adequada a participação de mulheres e negros em praticamente todos os níveis hierárquicos. O estudo completo está disponível no site do Instituto Ethos e o material inclui o questionário aplicado nas empresas. Dessa maneira, outras companhias podem realizar um censo interno para avaliar como estão no que se refere à diversidade e à equidade entre seus dirigentes e funcionários.

Fontes: Instituto Ethos e Gife

O Instituto Filantropia promove no dia 3 de agosto (quarta-feira), das 19 às 21 horas, em São Paulo, o debate “Remuneração de dirigentes de organizações sociais”, em que explicará aos participantes como funciona a legislação sobre a remuneração de dirigentes de organizações sociais no Brasil e como são tratadas as questões éticas em torno do assunto. Com duas horas de duração, será conduzido promoverá um debate com a participação pela advogada e contabilista Renata Lima e pelo diretor-fundador da ONG Canto Cidadão, Felipe Mello.

Assunto polêmico entre os gestores do Terceiro Setor, a remuneração de dirigentes de organizações sociais precisa ser mais bem discutida, pois nosso arcabouço jurídico tradicionalmente traz impedimentos à remuneração de dirigentes estatutários, por atividades realizadas na entidade mantenedora, beneficiada por algum tipo de isenção ou imunidade tributária.

O conteúdo programático terá os seguintes tópicos: Remunerar ou não: vantagens, problemas e o que diz a lei; Lei nº 13.151/2015 (permite a remuneração de dirigentes); Remuneração de dirigentes X distribuição de lucros; Dirigente estatutário X dirigente não estatutário; Lei nº 12.101/2009 e Lei nº 12.868/2013 (Lei do Cebas). As inscrições são gratuitas.

Fonte: Instituto Filantropia

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