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Thais Mendes Iannarelli

Thais Mendes Iannarelli

Durante cinco dias – de 19 a 23 de setembro –, gestores de organizações sociais que tenham ou desejam ter parceria com a administração pública, captadores de recursos e empreendedores sociais, além de administradores, contadores e advogados ligados ao Terceiro Setor e representantes da administração pública, terão a chance de participar de um curso intensivo sobre planejamento, estruturação e implantação de ferramentas para aprimoramento e ampliação da captação de recursos de organizações sociais, culturais e ambientais.

Sob a coordenação pedagógica do presidente da Rede Filantropia, Marcio Zeppelini, e da diretora-executiva da mesma instituição, Thaís Iannarelli, o treinamento de 40 horas será realizado em Campos do Jordão, e contará com uma gama de renomados profissionais que atuam no Terceiro Setor.

A ideia desta imersão é ampliar os horizontes das ONGs sobre a melhor maneira de mobilizar parceiros, doadores e patrocinadores, além de levar aos seus gestores conhecimento sobre outras ferramentas para financiar programas e projetos. Em 40 horas de aulas teóricas e práticas, exercícios individuais e em grupo, vivências e oficinas ministradas por profissionais da área, o treinamento proporcionará muita interação e troca de experiências entre os participantes.

Segundo a organização do curso, vários objetivos: abrir horizontes no campo da captação de recursos; apresentar novas técnicas de financiamento de recursos para ONGs; auxiliar gestores e captadores a reconhecer e solucionar problemas de captação de recursos; trocar experiências com outros participantes para que, juntos, compartilhem soluções; e criar a cultura da captação de recursos profissionalizada e bem planejada.

Veja aqui a programação.

Fonte: Instituto Filantropia

Instituto Filantropia promove imersão avançada em captação de recursos

Durante cinco dias – de 19 a 23 de setembro –, gestores de organizações sociais que tenham ou desejam ter parceria com a administração pública, captadores de recursos e empreendedores sociais, além de administradores, contadores e advogados ligados ao Terceiro Setor e representantes da administração pública, terão a chance de participar de um curso intensivo sobre planejamento, estruturação e implantação de ferramentas para aprimoramento e ampliação da captação de recursos de organizações sociais, culturais e ambientais.

Sob a coordenação pedagógica do presidente da Rede Filantropia, Marcio Zeppelini, e da diretora-executiva da mesma instituição, Thaís Iannarelli, o treinamento de 40 horas será realizado em Campos do Jordão, e contará com uma gama de renomados profissionais que atuam no Terceiro Setor.

A ideia desta imersão é ampliar os horizontes das ONGs sobre a melhor maneira de mobilizar parceiros, doadores e patrocinadores, além de levar aos seus gestores conhecimento sobre outras ferramentas para financiar programas e projetos. Em 40 horas de aulas teóricas e práticas, exercícios individuais e em grupo, vivências e oficinas ministradas por profissionais da área, o treinamento proporcionará muita interação e troca de experiências entre os participantes.

Segundo a organização do curso, vários objetivos: abrir horizontes no campo da captação de recursos; apresentar novas técnicas de financiamento de recursos para ONGs; auxiliar gestores e captadores a reconhecer e solucionar problemas de captação de recursos; trocar experiências com outros participantes para que, juntos, compartilhem soluções; e criar a cultura da captação de recursos profissionalizada e bem planejada.

Veja aqui a programação.

Fonte: Instituto Filantropia

A primeira coleta de dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2016 começou nesta segunda-feira (27/06). Diretores e responsáveis por escolas podem iniciar o preenchimento do censo, pela Internet, no sistema Educacenso. O prazo se encerra no dia 31 de agosto.

O censo escolar é feito anualmente e são prestadas informações detalhadas sobre a infraestrutura, turmas, matrículas, alunos, docentes e rendimento escolar das unidades de ensino públicas e particulares. Os dados do censo servem de subsídio para a avaliação, definição e implementação de políticas públicas de educação e distribuição de recursos da União a estados e municípios.

A data de referência das informações prestadas deve ser a de 25 de maio, Dia Nacional do Censo escolar da Educação Básica. Após o preenchimento dos dados pelos diretores e responsáveis, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) verifica a consistência dos dados e as informações preliminares são publicadas no Diário Oficial da União. Por um prazo de 30 dias, a contar da publicação, o sistema fica aberto para eventual correção de informações.

A segunda etapa do Censo Escolar da Educação Básica de 2016 deve ter início em 2 de fevereiro de 2017. Nessa fase, serão coletados os dados sobre o rendimento e o movimento escolares dos alunos declarados (aprovação, reprovação e abandono). Portaria com o cronograma do censo foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 8.

Fonte: Agência Brasil

Estão abertas as inscrições para a 16ª edição do Prêmio Péter Murányi. Este ano o tema é ‘Educação’, o vencedor receberá R$ 200 mil, um troféu e um certificado válido publicamente. O objetivo da premiação é reconhecer trabalhos que beneficiem a vida nos países em desenvolvimento. A iniciativa é realizada anualmente e tem alternância entre outros três temas: Alimentação, Saúde, Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Desse modo, as áreas são revisitadas a cada quatro anos.

A candidatura é gratuita e deve ser realizada pela instituição ou empresa até o dia 30 de setembro, através de cadastro prévio feito diretamente com a Fundação Péter Murányi pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Os trabalhos inscritos passam pela avaliação de uma Comissão Técnica e Científica e um Júri.

O edital e o regulamento do prêmio estão disponíveis no site www.fundacaopetermuranyi.org.br.

Fonte: Observatório do 3º Setor

Até 4 de julho, organizações midiáticas podem enviar propostas de projetos para o Programa Internacional de Desenvolvimento da Comunicação (IPDC) — da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Iniciativas podem pedir apoio financeiro de, no mínimo, 10 mil dólares e, no máximo, 35 mil dólares.

O programa da agência da ONU encoraja a inscrição de sugestões voltadas para: o apoio ao pluralismo midiático — particularmente à mídia comunitária — e à independência associada a melhorias na autorregulação e nos padrões profissionais; a promoção da segurança de jornalistas; o combate ao discurso de ódio na mídia e nas redes sociais, promovendo práticas jornalísticas sensíveis a conflitos e/ou ao diálogo multicultural e entre jornalistas de diferentes regiões.

O IPDC vai contemplar igualmente projetos que visem a dar suporte a reformas legislativas para a promoção da independência da mídia; propostas que envolvam a Condução de análises e pesquisas sobre mídia com base nos indicadores de desenvolvimento da mídia, nos indicadores para sensibilidade de gênero na mídia, nos indicadores de segurança de jornalistas ou nos indicadores de viabilidade da mídia.

As propostas que forem validadas pelo Programa da Unesco terão de entregar formulários de projeto completos antes do dia 30 de setembro.

Fonte: Unesco

Os candidatos em lista de espera do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começaram a ser convocados pelas instituições de ensino a partir desta quinta-feira, 23/06. O Sisu seleciona candidatos às vagas em universidades federais e estaduais e institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Puderam participar do Sisu os estudantes que fizeram o Enem de 2015 e não tiraram “0” na redação.

O prazo para se inscrever na lista de espera terminou no último dia 17. Puderam participar tanto os candidatos que não foram selecionados em nenhuma das opções na chamada regular quanto àqueles selecionados na segunda opção, independentemente de terem feito a matrícula. A participação na lista de espera está restrita à primeira opção de vaga do candidato. Nesta edição foram ofertadas 56.422 vagas, em 65 instituições públicas de ensino superior.

Fonte: Agência Brasil

A sexta edição consecutiva do Programa de Alianças para a Educação e Capacitação (Paec) oferece mais de 400 bolsas acadêmicas a cidadãos de Estados-membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) para vagas em cursos de mestrado e doutorado da área de saúde de universidades brasileiras. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o organismo regional, o Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras (GCUB) e conta com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

As vagas abrangem diversos campos — ciências da saúde e biomédicas, tecnologia da informação, ciências humanas e sociais, áreas tecnológicas, entre outros. Confira aqui a lista de cursos e universidades participantes. Interessados em se candidatar às bolsas devem consultar a chamada e a lista de programas de estudos disponíveis nas universidades brasileiras participantes. Saiba mais aqui.

É recomendado aos candidatos potenciais iniciar o processo de coleta dos documentos necessários para a inscrição na seleção. Os solicitantes deverão selecionar no máximo três programas de mestrado e/ou doutorado. Cada um desses programas deve ser de universidades distintas, localizadas em diferentes regiões do Brasil. Também será necessário preencher corretamente o Formulário de Inscrição para o Programa OEA-GCUB 2016, anexando todos os comprovantes exigidos.

Fonte: ONU

Participantes do Fórum Interamericano de Filantropia Estratégica 2017 terão acesso a descontos exclusivos em passagens aéreas

 

A quarta edição do FIFE - que será dos dias 4 a 7 de abril de 2017, em Foz do Iguaçu - terá muitos assuntos relevantes para a gestão do Terceiro Setor - contabilidade, comunicação, legislação, voluntariado, captação de recursos, recursos humanos e tecnologia serão alguns dos temas norteadores do evento.

Para facilitar sua ida ao evento e a reunião com pessoas de organizações de todo o país, a LATAM, companhia aérea oficial do FIFE 2017, está oferecendo aos participantes de qualquer lugar do Brasil passagens com até 25% de desconto. É possível fazer a cotação e a compra no site do evento!

 

Confira aqui como foi o FIFE 2016:
 
vídeoFIFE
www.fife.org.br

 

Quarta, 22 Junho 2016 14:11

Vagas no Fies já podem ser consultadas

Os interessados em financiar o curso de ensino superior pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) podem consultar, no site do programa, as vagas disponíveis. As inscrições deverão ser feitas de 24 a 29 de junho, também pelo portal. Para participar da seleção, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido 450 pontos na média das provas, além de ter tirado nota maior que “0” na redação. Os candidatos precisam ainda ter renda familiar bruta por pessoa de até três salários mínimos, o que equivale a R$ 2.640.

Os estudantes podem se inscrever apenas para um curso. A opção pode ser alterada até o fim do prazo de inscrição. Uma vez por dia, o Ministério da Educação (MEC) divulga a nota de corte de cada curso, que é a estimativa da nota mínima para ser aprovado com base nas inscrições feitas até o momento. A nota de corte não é calculada em tempo real e não garante a vaga ao estudante.

O resultado será divulgado no próximo dia 30. Aqueles que não forem selecionados serão automaticamente inscritos em lista de espera. As vagas que não forem ocupadas pelos estudantes pré-selecionados serão ofertadas à lista de espera de 4 de julho a 10 de agosto.

O Fies oferece financiamento de cursos em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, 2,1 milhões de estudantes participam do programa.

Fonte: Agência Brasil

Fruto de um trabalho do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros, a Biblioteca Virtual Crescer Sem Violência tem como objetivo dar subsídios para a formulação de políticas públicas voltadas para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

Biblioteca virtual reúne livros, manuais, guias, cartilhas, textos e vídeos elaborados por atores sociais envolvidos na defesa da infância. Acesse aqui o site da Biblioteca Virtual Crescer Sem Violência.

Fruto de uma parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Associação dos Pesquisadores dos Núcleos de Estudos e Pesquisa sobre a Criança e o Adolescente (NECA) e o Instituto da Criança e do Adolescente (INDICA), a Biblioteca Virtual Crescer Sem Violência tem como objetivo dar subsídios para a formulação de políticas públicas voltadas para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes.

A biblioteca reúne um conjunto de materiais com o objetivo de contribuir para a implementação de políticas de proteção integral de crianças e adolescentes com seus direitos ameaçados ou violados, particularmente aqueles em situação de vulnerabilidade social.

Os livros, manuais, guias, cartilhas, textos e vídeos disponibilizados na biblioteca vêm do trabalho de atores sociais envolvidos na defesa dos direitos da criança e do adolescente nas últimas décadas. A biblioteca trabalha com temas como violência contra crianças e adolescentes; trabalho infantil; acolhimento institucional e familiar; atendimento socioeducativo; ações de prevenção e atuação nas situações de desastres; entre outros.

A coletânea foi concebida para subsidiar a implementação de políticas e serviços destinados à melhoria dos indicadores dos municípios inscritos no Selo UNICEF Município Aprovado do Semiárido Brasileiro e da Amazônia Legal Brasileira, alguns dos quais registram altos índices de iniquidade e violência contra crianças e adolescentes. Contudo, os materiais são de uso universal, podendo ser fonte de informação para outros municípios do país.

Fonte: Unicef

A Charities Aid Foundation (CAF) – organização internacional da sociedade civil – lançou o estudo “Donation States”, um relatório sobre as práticas de incentivo fiscal à doação em 26 países, incluindo o Brasil. A proposta do estudo é verificar como esses incentivos fiscais são oferecidos e como podem desempenhar um papel significativo na hora que uma pessoa decide doar dinheiro para causas beneficentes.

Segundo a análise realizada, o sistema brasileiro de incentivo fiscal à doação ainda é complexo e ineficiente, privilegia causas específicas, só admite doações para projetos pré-selecionados pelo governo e impõe um trabalho bastante burocrático para aqueles que pretendem receber e doar por meio de renúncia fiscal.

O relatório destaca que essas barreiras burocráticas colocadas podem afastar os possíveis doadores, tendo em vista que o esforço que precisam fazer para utilizar os incentivos supera o seu o desejo de fazê-lo. O mesmo ocorre com a complexidade do sistema, que distancia os interessados em doar.

O relatório aponta que, no Brasil, há um “sistema de retalhos” extremamente difícil para os doadores, que precisam entender quais causas são válidas (crianças, idosos, esporte, cultura etc.), compreender os processos que variam para cada uma delas (ex.: 1% do imposto para projetos voltados a deficientes e 6% para outras causas), o limite total (todas as doações devem somar menos de 8%) e quando eles pretendem doar (o limite total cai para 3% se for solicitado no ano fiscal anterior).

Na pesquisa há quatro categorias para classificar os modelos de incentivo fiscal à doação: países igualitários, pragmáticos, transacionais e restritivos. O Brasil está entre um regime restritivo e um transacional, ao lado de China, Egito, Turquia e Rússia. Entre os países mais igualitários estão Canadá, Japão, Irlanda e França.

Fonte: Gife

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